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MensagemEnviado: terça mai 15, 2007 11:19 am 
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Dos 238 postos da rede primária, apenas 69 estão a partir desta terça-feira operacionais. Existe também um atraso considerável na formação de vigilantes e na intervenção dos meios aéros.

Arranca hoje a fase Bravo do plano de combate aos incêndios florestais no País, que prevê a intervenção directa da GNR na gestão da rede nacional de postos de vigia.

O plano insere-se numa reforma legislativa e organizacional iniciada pelos ministérios da Administração Interna e da Agricultura. Porém, um ano depois, e em fase actual de consolidação, o combate aos incêndios arranca com atrasos na formação de vigilantes. Ao Jornal de Notícias (JN), Luís Amado, que actualmente dirige Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, reconheceu os atrasos e sublinhou a falta de interesse de candidatos para vigilantes florestais. Ainda assim, confrontado com as condições pouco aliciantes, Amado ressalvou ao matutino que a lei está a ser cumprida, obrigando «os militares na reserva a receberem apenas uma parte do salário de vigilante». A formação estava prevista para antes da época 'oficial' dos incêndios, mas tal não aconteceu. De qualquer forma, Luís Amado confirmou ao JN que a contratação de civis está a decorrer a bom ritmo.

Dos 238 postos de vigia da rede primária de prevenção e combate a incêndios, apenas 69 estão a partir desta terça-feira operacionais. A fase total de mobilização deverá ser concretizada precisamente no período mais crítico no combate aos fogos florestais, entre 1 de Julho a 30 de Setembro.
Da mesma forma, os 24 meios aéreos previstos para a fase Bravo arrancam na íntegra só em meados de Junho, adianta o JN. Para esta fase inicial estão disponíveis dois helicópteros, sendo que a entrada de aeronaves no plano de fogos será progressiva. Apesar do arranque a meio gás, este ano, estão mobilizados mais elementos - 2938 - do que no ano passado. Trata-se de um aumento na ordem dos 42,8 por cento, adiantou ao jornal o Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS).

Fonte: art. Jornal de Notícias

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Luis Lourenço
Sócio Nr. 075


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